domingo, 5 de fevereiro de 2012

Os 25







Esta semana fiz 25 anos. 
O que andei pensando sobre isso: preciso começar a usar creme anti-rugas (mesmo ainda tendo espinhas, o que é um tanto contraditório e estranho); 
entro na curva descendente da força muscular (bom, sou ligada nos assuntos de treinamento esportivo); meus anos vividos equivalem a um quarto de século ou até mesmo bodas de prata comigo mesma; tô me aproximando dos 30 (pois é).
Bem, quando me lembro de coisas que vivi na infância e na adolescência, tenho a sensação de que foi um sonho. Às vezes, até pergunto pra minha mãe se tal fato aconteceu, se não é invenção da minha cabeça. É esquisito o que sinto quando me pego recordando o passado, parece que fui sempre assim, como sou agora, em todos os sentidos. A parte boa disso tudo, que me conforta e confirma a realidade das minhas memórias, é conversar com pessoas que fizeram e ainda fazem parte da minha vida, que dividiram momentos comigo.
Neste aniversário, queria ter feito uma super festa, ter convidado um monte de gente. Mas minha organização (subentende-se também o fator financeiro) não permitiu e acabei fazendo apenas um churrasco para os amigos mais chegados.




O que concluí de tudo isso: sempre vale a pena comemorar, mesmo que seja uma pequena comemoração, um jantar, uma pizza com a família e os amigos, uma balada com o pessoal do trabalho, sei lá. Não serei nunca aquele tipo de pessoa que não gosta de falar a idade, que não gosta de vela com número no bolo, que não celebra mais o dia do nascimento só porque não se acha tão jovem. Já dizia minha mãe, "de todo jeito o urubu é preto": a gente vive, o tempo passa, nós contamos os anos. Por que não comemorar?! Ah, eu comemoro sempre, adoro festejar! E nada como ter os amigos por perto, não precisam ser muitos, mas precisam ser os melhores, com muitas histórias (absurdas e quase inimagináveis) para contar e testemunhar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário